I. Teoria da Lubrificação (15%)
A. Por que as máquinas precisam de lubrificação
i. Tipos de máquinas (por exemplo, caixa de engrenagens, bomba, sistema hidráulico)
ii. Construção de rolamentos
1. Abrir, blindar e selar
2. Tipos de rolos
3. Mancais planos
B. Entender as funções dos lubrificantes
i. Reduzir o atrito entre as partes móveis
ii. Dissipar o calor gerado pelo atrito
iii. Minimizar o desgaste e prolongar a vida útil dos componentes
iv. Vedar contaminantes e umidade
v. Prevenir a ferrugem e a corrosão
vi. Transmissão de energia
C. Viscosidade
i. Mudanças de requisitos com base na velocidade, carga e temperatura
ii. Importância do índice de viscosidade (VI)
II. Lubrificantes (17%)
A. Tipo de lubrificante (óleo, graxa e película sólida)
i. Óleos: lubrificantes líquidos usados em motores, caixas de engrenagens e sistemas hidráulicos
1. Óleos-base e aditivos (minerais vs. sintéticos)
2. Aditivos e suas funções (conscientização básica)
ii. Graxas: lubrificantes semissólidos para rolamentos e aplicações de baixa velocidade
1. Composição da graxa
2. Espessantes comuns
a. Compatibilidade/Incompatibilidade
3. Graus NLGI
iii. Lubrificantes sólidos: Grafite, dissulfeto de molibdênio (MoS₂), PTFE para ambientes extremamente secos
III. Aplicação de lubrificante (17%)
A. Métodos de lubrificação (manual e automática)
B. Técnicas de lubrificação e práticas recomendadas (quantidade, frequência e limpeza)
C. Cálculos básicos para determinar o volume de lubrificante necessário
D. Cálculos básicos para determinar o relubrificante e alterar as frequências
E. Lubrificação por ultrassom (conscientização básica)
IV. Noções básicas de amostragem/análise de lubrificante (20%)
A. Processo de amostragem de óleo
i. Localizações das portas de amostra
ii. Administração de amostragem (por exemplo, preenchimento adequado do rótulo da amostra de óleo)
iii. Técnicas de amostragem adequadas (para evitar a contaminação da amostra)
B. Noções básicas de amostragem de óleo e inspeção visual (máquina e óleo)
i. Verificações visuais: cor, clareza, espuma e sedimentos
ii. Reconhecer os primeiros sinais de falha: óleo descolorido, brilho metálico, lodo ou verniz
C. Temperatura, ruído e vibração podem indicar problemas de lubrificação
V. Controle da condição do lubrificant (21%)
A. Noções básicas de controle de contaminação
i. Códigos de limpeza ISO: níveis de limpeza aceitáveis
ii. Contaminação muito pequena pode reduzir a vida útil do equipamento
B. Principais contaminantes
i. Partículas
ii. Água
iii. Ar
iv. Combustível
v. Produtos químicos de processo
vi. Contaminação cruzada
C. Efeitos da contaminação
VI. Gerenciamento do armazenamento de lubrificantes (10%)
A. Práticas recomendadas de recepção de lubrificantes
B. Práticas recomendadas de armazenamento e manuseio de lubrificantes
i. Armazenar lubrificantes em áreas limpas e com temperatura controlada
ii. Evitar contaminação cruzada (armazenamento e aplicação)
iii. Obedecer aos procedimentos adequados de distribuição e transferência
C. Sistemas de identificação de lubrificantes